Divórcio não se perde na justiça. Se perde no dia em que você aceitou o acordo que parecia justo.

Quase todo mundo que perdeu a casa, metade da empresa ou o convívio diário com o filho estava convencido de que ia ser “tudo resolvido de forma amigável”. Assinou, homologou, e três meses depois descobriu o que tinha assinado. Antes de você dizer sim para qualquer proposta, fale com quem conduz divórcios de alta complexidade há mais de 25 anos.

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Amanda Gimenes, advogada especialista em Direito de Família e Sucessões
  • +25 anos

    de atuação em Família e Sucessões

  • +2.000 clientes

    atendidos ao longo da carreira

  • Mestre em Direito

    pela UEM, com especializações UEL e IBDFAM

Resposta em horário comercial. Atendimento sigiloso. 100% online, para todo o Brasil.

As decisões mais caras da sua vida vão ser tomadas nas próximas semanas e você não vai saber que estava decidindo.

Ninguém entra num divórcio sabendo o que é uma partilha. Você aprende no meio, com pressa, com a cabeça ruim, muitas vezes tentando ser justo com alguém que já parou de tentar ser justo com você.

E aqui está a parte que ninguém fala: o divórcio não é um evento.É uma sequência de portas que fecham.

  • Discutir a partilha

    Fecha quando o acordo é homologado.

  • Definir a guarda com equilíbrio

    Fecha quando uma rotina de fato se instala e vira “o que sempre foi”.

  • Proteger o que era só seu

    Fecha quando o patrimônio se mistura e ninguém consegue mais provar de onde veio.

  • Discutir o valor da pensão

    Fecha quando você aceita um número para “resolver logo” e ele vira a sua referência pelos próximos anos.

Cada uma dessas portas fecha em silêncio. Não tem aviso, não tem alarme. Você só percebe quando tenta voltar e não dá mais.

Reverter um acordo já homologado é infinitamente mais caro, mais lento e mais improvável do que fazer o acordo certo da primeira vez.

Quando alguém chega ao escritório dizendo “eu assinei sem entender”, na maioria das vezes a conversa deixou de ser sobre corrigir. Passou a ser sobre reduzir o prejuízo.

Descubra quais portas ainda estão abertas no seu caso.

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Marque quantas destas frases já passaram pela sua cabeça.

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Se você marcou uma única dessas frases, o seu caso não é simples.

Cada uma delas é uma frase que soa madura, generosa, adulta, e que na prática jurídica costuma custar patrimônio, tempo de convivência com os filhos ou anos de obrigação financeira. Não porque você foi ingênuo. Porque você estava negociando num assunto onde o outro lado tinha informação que você não tinha.

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Você descreve o seu caso em duas linhas. Ela te diz o que está em risco.

A pessoa do outro lado sabe exatamente o que você tem.

Não é um estranho. É alguém que morou com você, que sabe qual é o seu salário, o que você tem guardado, o que você herdou, quanto você aguenta pagar e, principalmente, onde você cede.

Sabe qual frase te faz recuar. Sabe que você odeia conflito. Sabe que você faria quase qualquer coisa para os filhos não sofrerem. E se essa pessoa já procurou um advogado, ela não está mais negociando com você. Está executando uma estratégia enquanto você ainda está processando o que aconteceu com a sua vida.

É por isso que o divórcio raramente é ganho por quem tem razão. É conduzido por quem tem preparo.

Quem entra desarmado

  • Descobre o patrimônio durante o processo
  • Aceita a primeira proposta para “acabar logo”
  • Descobre o regime de bens no meio da discussão
  • Trata guarda e pensão como consequência
  • Assina para ter paz e volta em dois anos
  • Descobre a empresa, a holding ou o imóvel oculto tarde demais

Quem entra com estratégia

  • Mapeia o patrimônio antes de qualquer proposta
  • Sabe o que é razoável e o que é abuso
  • Sabe desde o dia 1 o que entra e o que não entra na partilha
  • Trata guarda e pensão como decisões estruturais
  • Fecha uma vez, do jeito certo, e não volta
  • Levanta a situação real antes de sentar à mesa

A diferença entre essas duas colunas não é dinheiro. É a hora em que a pessoa pegou o telefone.

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Amanda Gimenes no escritório, em Curitiba

Dra. Amanda Gimenes

OAB/PR 33.007

Quem vai te atender já viu o seu caso mil vezes. E viveu ele uma.

Mais de 25 anos de atuação exclusiva em Direito de Família e Sucessões. Mais de 2.000 clientes atendidos. Mestre em Direito pela UEM, especialista em Direito Civil e Processual Civil pela UEL, especialista em Família e Sucessões pelo IBDFAM. Foram 10 anos como professora concursada de universidade estadual. Ela formou parte dos advogados que hoje atuam nessa área.

É procurada especialmente para o que os outros escritórios devolvem: divórcios de alta complexidade. Empresa no meio da partilha. Patrimônio em nome de terceiros. Bens em mais de uma cidade ou fora do país. Disputa de guarda com acusação grave. Pensão que virou execução. Acordo malfeito por outro profissional que agora precisa ser desmontado.

  • +25 anos de atuação em Família e Sucessões

  • +2.000 clientes atendidos

  • Mestre em Direito pela UEM, especialista UEL e IBDFAM

  • 10 anos como professora universitária concursada

  • Atuação exclusiva em Família e Sucessões

  • Equipe própria de 5 profissionais

  • Atendimento 100% online

  • Atende todo o Brasil

Retrato de Amanda Gimenes

Ela é filha de pais divorciados.

Isso não está aqui como detalhe simpático de biografia. Está aqui porque muda a natureza do atendimento.

A Dra. Amanda sabe o que é ser a criança na sala enquanto dois adultos discutem. Sabe o que passa pela cabeça de quem está sendo dividido. Sabe o peso que uma decisão de guarda tem quinze anos depois, quando ninguém mais está olhando.

Por isso ela conduz divórcio de um jeito que quem só estudou o assunto não consegue conduzir: com a firmeza técnica de quem faz isso há vinte e cinco anos e a clareza emocional de quem esteve do outro lado da porta.

Ela não vai te tratar como um número de processo. E também não vai deixar você tomar uma decisão sentimental que você vai pagar pelos próximos vinte anos.

Se a sua realidade está em alguma destas linhas, ela já conduziu casos como o seu centenas de vezes.

  • A gente concorda em se separar, mas eu não sei se o que estão me oferecendo é justo.

    Divórcio consensual

    Consenso não é sinônimo de equilíbrio. O acordo mais perigoso é aquele em que as duas partes estão de acordo sobre um cenário que só uma das duas entende de verdade. Antes de assinar, alguém precisa te dizer o que você está abrindo mão.

  • Virou guerra. Ele(a) está escondendo bens, dificultando tudo, usando as crianças.

    Divórcio litigioso

    Aqui não existe meio-termo: ou você tem alguém que domina o processo e sustenta pressão, ou você perde por desgaste. Litígio se vence com estratégia, prova e resistência. Não com razão.

  • A gente nunca casou no papel, então acho que não tenho direito a nada.

    Dissolução de união estável

    Essa é a crença que mais destrói patrimônio no Brasil. União estável gera direitos praticamente equivalentes ao casamento, inclusive partilha. E é exatamente por isso que a parte que sabe disso costuma torcer para que a outra não descubra.

  • Eu tenho patrimônio, empresa, herança, e vou casar, ou já casei.

    Contrato de casamento e proteção patrimonial

    Proteção patrimonial feita antes custa uma fração do que custa uma partilha disputada. Feita depois, muitas vezes não é mais possível. Este é o único item desta lista que ainda é preventivo.

  • Eu tenho medo de perder o convívio com o meu filho.

    Guarda de filhos

    Guarda não se define no papel. Se define na rotina que se consolida enquanto ninguém está discutindo formalmente. Quem demora a formalizar costuma descobrir que a situação de fato já virou argumento contra ele.

  • O valor da pensão está inviável. Ou: ele(a) simplesmente parou de pagar.

    Pensão alimentícia: fixação, revisão, exoneração e execução

    Um valor mal fixado te acompanha por anos. E uma pensão que não é paga não se resolve com cobrança por mensagem. Se resolve com execução, e existem instrumentos legais bastante severos para isso. A maioria das pessoas não sabe que tem esses instrumentos à disposição.

Não achou exatamente a sua situação? Ela é rara justamente porque é complexa, e complexidade é a especialidade da casa.

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O que acontece quando você clica no botão.

Nada de assustador. E nada é decidido antes de você saber o preço.

  1. Você manda uma mensagem curta.

    Não precisa de documento, não precisa de nomes, não precisa contar tudo. Duas ou três linhas sobre a sua situação já bastam para começar.

  2. Você é atendido por gente, não por robô.

    A equipe da Dra. Amanda entende o seu caso, organiza as informações que importam e te passa o valor da consulta.

  3. Você decide se quer sentar com a advogada.

    Sabendo o preço antes, sem surpresa depois. Se fizer sentido, a consulta é agendada. Se não fizer, ninguém insiste.

  4. Na consulta, você entende o que está em jogo.

    Onde estão os riscos reais do seu caso, o que precisa ser decidido com urgência e o que pode esperar. É análise técnica da sua situação, não orientação genérica.

  • Sigilo absoluto

    Tudo o que você contar é protegido por sigilo profissional, inclusive se você não contratar.

  • Sem julgamento

    Não existe história que esse escritório ainda não tenha ouvido.

  • Preço na mesa

    Você sabe o valor da consulta antes de agendar. Sem orçamento escondido e sem ligação insistente depois.

  • 100% online

    Você é atendido de onde estiver, por videochamada, em qualquer lugar do Brasil.

As cinco frases que fazem alguém adiar essa conversa. E o que elas custam.

O nosso é tranquilo, não precisa disso.

Ótimo. Então a conversa vai ser rápida e barata. O problema é que “tranquilo” descreve o clima entre vocês hoje, não o documento que vai valer pelos próximos vinte anos. Clima muda. Documento fica. E divórcios que começam tranquilos e terminam em litígio quase sempre viraram no dia em que apareceu dinheiro, um novo relacionamento, ou uma mudança de cidade.

Vou esperar as coisas se acalmarem.

Esperar tem um preço específico: enquanto você espera, rotinas se consolidam, patrimônio se movimenta e prazos correm. O outro lado não está necessariamente esperando junto. Em muitos casos, o tempo não é neutro. Ele trabalha ativamente para quem já se organizou.

Advogado é caro, não sei se consigo pagar.

Talvez. Mas compare com a alternativa real: metade de um imóvel, uma participação societária, ou uma pensão fixada R$ 800 acima do razoável durante 15 anos. Honorário é um custo que você escolhe. Acordo malfeito é um custo que escolhem por você. E sim, a consulta é paga. O valor é informado antes de você decidir qualquer coisa, e é a menor conta que você vai pagar neste processo inteiro.

Um advogado só já resolve para os dois.

Um profissional só pode até formalizar um acordo. O que ele não pode é defender dois interesses opostos ao mesmo tempo. Se o acordo foi desenhado a partir da leitura de uma das partes, a outra está assinando um documento que não foi pensado para ela.

Eu já tenho um advogado.

Então a pergunta é honesta e direta: ele é especialista em Direito de Família e Sucessões, ou faz um pouco de tudo? Divórcio com patrimônio, empresa ou disputa de guarda não é área para generalista. Uma segunda opinião custa uma fração do que custa descobrir tarde que o seu caso era mais complexo do que parecia, e é padrão em qualquer decisão dessa magnitude. Ninguém opera sem ouvir dois médicos.

Perguntas frequentes

Quanto tempo demora um divórcio?

Consensual e sem complicações: pode se resolver em semanas. Litigioso, com patrimônio disputado ou guarda em conflito: anos. A maior parte do que define esse prazo é decidida logo no começo, e é exatamente por isso que a primeira conversa importa tanto.

Preciso do consentimento do meu cônjuge para me divorciar?

Não. O divórcio no Brasil independe da concordância da outra parte. O que depende de acordo são os desdobramentos: partilha, guarda e pensão. Ninguém fica preso a um casamento por falta de assinatura alheia.

Nunca casamos no papel. Eu tenho algum direito?

Provavelmente sim. União estável reconhecida gera direitos muito próximos aos do casamento, incluindo partilha de bens. Cada caso depende de comprovação e do regime aplicável, e essa é uma das análises mais decisivas que existem.

Meu cônjuge tem empresa. Isso entra na partilha?

Depende do regime de bens, de quando a empresa foi constituída e de como o patrimônio evoluiu durante a união. É um dos pontos mais disputados e mais mal resolvidos em divórcios, e um dos que mais exigem especialista.

A guarda compartilhada significa que ninguém paga pensão?

Não. Guarda compartilhada trata da tomada de decisão sobre a vida do filho. Pensão trata do custeio, e continua devida conforme a capacidade de cada um e a necessidade da criança. São coisas independentes, e confundir as duas é um dos erros mais comuns.

Dá para revisar uma pensão que ficou alta demais?

Sim, mediante demonstração de mudança na capacidade financeira ou na necessidade. Mas revisar é mais difícil do que fixar corretamente na origem. Mais um motivo para não aceitar um número só para resolver logo.

Eu moro em outra cidade ou em outro estado. Consigo ser atendido?

Sim. O atendimento é 100% online, para todo o Brasil, por videochamada e documentos digitais. Você não precisa se deslocar em nenhuma etapa.

A primeira consulta tem custo?

Tem. A consulta é um atendimento técnico, com hora marcada e análise do seu caso, e tem honorário. O valor é informado antes do agendamento, então você decide sabendo exatamente quanto custa. Este escritório não faz consulta gratuita, e isso é proposital: quem senta com a advogada recebe a atenção inteira dela, não uma triagem.

Tudo o que eu contar fica em sigilo?

Sim. Sigilo profissional é obrigação legal da advocacia e vale mesmo que você não contrate o escritório.

Daqui a um ano, esse assunto vai estar resolvido de um jeito ou de outro.

A única coisa que ainda está sob o seu controle é quem vai estar do seu lado quando as decisões forem tomadas.

Você pode passar as próximas semanas pesquisando na internet, ouvindo o conselho de quem já se divorciou e tentando entender sozinho um sistema que profissionais estudam por décadas.

Ou pode gastar cinco minutos hoje conversando com quem faz exatamente isso há mais de vinte e cinco anos.

A consulta é paga, e é a decisão mais barata deste processo inteiro. É a diferença entre decidir com informação e decidir no escuro.

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Atendimento sigiloso. 100% online, para todo o Brasil. Resposta em horário comercial.